ECONOMIA CIRCULAR: 4 em cada 10 brasileiros nunca ouviram falar do conceito
Pesquisa encomendada pelo Movimento Plástico Transforma ao Instituto QualiBest, divulgada em julho de 2026 e repercutida pela Agência Brasil, revela um desafio educacional e de gestão ambiental: 39% dos brasileiros (quatro em cada dez) nunca ouviram falar no conceito de economia circular. Entre os 57% que já tiveram contato com o termo, apenas 12% afirmam conhecê-lo bem — os outros 45% ouviram falar, mas não sabem detalhes. O dado mais promissor, no entanto, é que 74% dos entrevistados declararam disposição para mudar hábitos de consumo e gerar menos resíduo.
Para os municípios, a pesquisa joga luz sobre um gargalo estratégico: a gestão de resíduos sólidos é uma obrigação legal (Lei nº 12.305/2010 — Política Nacional de Resíduos Sólidos) e um dos maiores desafios operacionais e financeiros das prefeituras. Os números revelam uma oportunidade gigante de educação ambiental. A população está disposta a mudar (74%), mas falta conhecimento aprofundado e infraestrutura. Prefeituras que investirem em campanhas de conscientização nas escolas e na ampliação da coleta seletiva podem reduzir drasticamente os custos com aterros sanitários, gerar empregos verdes na cadeia da reciclagem e fortalecer a economia local, transformando o lixo em renda para cooperativas de catadores.
O Que Mudou?
O levantamento Nacional QualiBest 2026 sobre economia circular:
- Baixo Conhecimento: 39% nunca ouviram falar em economia circular. Apenas 12% dos 57% que conhecem o termo dominam o conceito.
- Alta Disposição para Mudar: 74% dos brasileiros estão dispostos a mudar hábitos de consumo para gerar menos resíduo.
- Responsabilidade Compartilhada: A população é vista como principal responsável pela reciclagem (78%), seguida pelo governo (63%) e empresas (55%).
- Logística Reversa: Apenas 42% já devolveram algum produto ao fabricante após o consumo, indicando baixa adoção prática.
- Coleta Seletiva: 55% têm acesso à coleta seletiva em casa ou na rua — o que significa que 45% dos brasileiros ainda não têm esse serviço básico.
Alerta de Adequação: Pontos de Atenção
Ampliação da Coleta Seletiva: Com 45% da população sem acesso à coleta seletiva, os municípios precisam estruturar ou expandir esse serviço como prioridade. A PNRS estabelece prazos para a eliminação de lixões e a implantação da coleta seletiva, sob pena de sanções ambientais e improbidade administrativa.
Educação Ambiental nas Escolas: A pesquisa mostra que o conhecimento é superficial. A escola é um vetor estratégico, conforme destacou a própria especialista do Movimento Plástico Transforma: crianças e adolescentes levam o exemplo para casa. O município deve integrar a economia circular nos currículos e projetos pedagógicos.
Fortalecimento das Cooperativas de Catadores: A logística reversa e a reciclagem dependem da organização dos catadores. A prefeitura deve formalizar parcerias e contratar cooperativas para a coleta seletiva, gerando emprego e renda e cumprindo a determinação legal de inclusão socioeconômica dos catadores.
Conexão com a PlataformaPAM
Transformar o desconhecimento em ação sustentável exige inteligência de dados, planejamento estratégico e transparência ativa.
Com a PlataformaPAM, sua prefeitura organiza a gestão ambiental e monitora as metas de resíduos sólidos com total segurança técnica e jurídica:
- InfoPolis (Inteligência para Decisões Estratégicas): Consolida dados de geração de resíduos, cobertura da coleta seletiva e indicadores de reciclagem em dashboards inteligentes. O gestor visualiza em tempo real onde a coleta seletiva precisa ser expandida e qual o impacto econômico e ambiental das ações, permitindo fundamentar investimentos e campanhas de educação ambiental com evidências territoriais.
- GesPlanos (Planejamento e Monitoramento Estratégico): Permite estruturar e monitorar as metas do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) e do Plano de Saneamento Básico. Sob a metodologia DOEMIC, a secretaria acompanha o cronograma de eliminação de lixões, implantação da coleta e programas de educação ambiental.
- GesConselhos (Gestão e Participação Cidadã): Profissionaliza a atuação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O sistema gera portais de transparência ativa automáticos que publicam os índices de reciclagem, os contratos com cooperativas e as campanhas educativas, comprovando a fiscalização social sobre a gestão dos resíduos e blindando a administração contra ações civis públicas.
- GestorAlerta (Monitoramento e Comunicação Eficiente): Dispara notificações via WhatsApp para os secretários e agentes ambientais sobre prazos de licenciamento, vencimento de contratos com aterros e alertas de denúncias de descarte irregular.
- GesInstitucional (Gestão para Entidades e Organizações): Centraliza a memória administrativa dos contratos de coleta, convênios com cooperativas e licenças ambientais, preservando a soberania dos dados e facilitando a fiscalização pelos órgãos de controle.
Usando a PlataformaPAM, sua prefeitura elimina o amadorismo na gestão ambiental, transforma resíduos em recursos e garante que o município lidere a transição para a economia circular com eficiência administrativa total.
👉 Acesse a notícia completa na Agência Brasil (https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/quatro-em-cada-dez-brasileiros-nunca-ouviram-falar-em-economia-circular)
👉 Consulte a íntegra da pesquisa do Movimento Plástico Transforma/QualiBest (https://www.plasticotransforma.com.br/materia-detalhe/quatro-em-cada-dez-brasileiros-desconhece-economia-circular)