ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: municípios precisam atualizar sua rede de proteção para 2026–2035

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ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: municípios precisam atualizar sua rede de proteção para 2026–2035

O Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), lançou oficialmente em 25 de junho de 2026 o IV Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (2026-2035). O documento, amplamente divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), define as diretrizes, metas e indicadores que orientarão as políticas públicas brasileiras na próxima década. Uma das grandes inovações desta edição é o alerta para as violações de direitos no mundo digital, como o uso de crianças em atividades comerciais em plataformas de redes sociais e jogos eletrônicos.

Para os municípios, o novo Plano Nacional reforça que a erradicação do trabalho infantil depende da atuação integrada na ponta. As prefeituras possuem papel estratégico na execução da busca ativa, no fortalecimento do contraturno escolar e na fiscalização territorial. Cidades que não atualizarem seus Planos Municipais de Erradicação alinhando-os às novas metas nacionais correm o risco de perder eficiência na rede de proteção e enfrentar dificuldades no acesso a recursos federais do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) e do Fundo da Infância (FIA).

O Que Mudou?

O IV Plano Nacional (2026-2035) traz um novo fôlego e novos desafios para a gestão local:

  • Horizonte Decenal: Estabelece metas de longo prazo para a eliminação total das piores formas de trabalho infantil até 2035.
  • Foco no Trabalho Infantil Digital: Inclusão de estratégias para combater a exploração de crianças como “influenciadores” e em atividades comerciais online.
  • Intersetorialidade Obrigatória: Exige a integração real entre Assistência Social, Educação, Saúde e Trabalho para o acompanhamento das famílias.
  • Monitoramento por Indicadores: O plano define indicadores rigorosos de fluxo escolar e vulnerabilidade social que devem ser alimentados pelos municípios.
Alerta de Adequação: Pontos de Atenção

Atualização do Plano Municipal de Erradicação: Os municípios devem revisar seus planos locais para incorporar as diretrizes do IV Plano Nacional, especialmente no que tange às novas formas de trabalho infantil. Planos desatualizados comprometem a governança e a transparência ativa exigida pelos órgãos de controle.

Fortalecimento da Rede de Proteção (CRAS/CREAS): A busca ativa deve ser intensificada, utilizando os dados do CadÚnico e do Censo Escolar para identificar crianças em situação de risco. O município deve garantir que essas crianças sejam inseridas em atividades de contraturno, esporte e lazer.

Fiscalização e Denúncia (Disque 100): É fundamental promover campanhas locais para que a população identifique e denuncie o trabalho infantil, inclusive o doméstico e o digital. A subnotificação ainda é o maior obstáculo para a erradicação.

Conexão com a PlataformaPAM

Erradicar o trabalho infantil e cumprir as metas do IV Plano Nacional exige inteligência social, planejamento rigoroso e transparência ativa.

Com a PlataformaPAM, sua prefeitura organiza a rede de proteção e monitora as metas de erradicação com total segurança técnica e jurídica:

  • InfoPolis (Inteligência para Decisões Estratégicas): Consolida dados de frequência escolar, vulnerabilidade social e denúncias de trabalho infantil em dashboards inteligentes. O gestor visualiza no mapa do município as áreas de maior risco, permitindo intervenções cirúrgicas e baseadas em evidências territoriais, conforme exige o novo Plano Nacional.
  • GesPlanos (Planejamento e Monitoramento Estratégico): Permite estruturar e monitorar as metas do Plano Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil. Sob a metodologia DOEMIC, a secretaria acompanha em tempo real a execução das ações de contraturno e o impacto dos programas de proteção na vida das crianças, garantindo o cumprimento do cronograma decenal.
  • GesConselhos (Gestão e Participação Cidadã): Profissionaliza a atuação do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente). O sistema gera portais de transparência ativa automáticos que comprovam a fiscalização social sobre os recursos do FIA e do PETI, garantindo conformidade para o acesso a novos repasses federais.
  • GestorAlerta (Monitoramento e Comunicação Eficiente): Dispara notificações via WhatsApp para os conselheiros tutelares e agentes sociais sobre alertas de evasão escolar, prazos de relatórios federais e novas diretrizes do IV Plano Nacional, garantindo agilidade na ponta.
  • GesInstitucional (Gestão para Entidades e Organizações): Centraliza a memória administrativa das parcerias com ONGs que executam o PETI, preservando a soberania dos dados do município e facilitando a prestação de contas aos órgãos de controle.

Usando a PlataformaPAM, sua prefeitura elimina o amadorismo na gestão social, protege o futuro das crianças e garante que o município lidere a implementação do IV Plano Nacional com eficiência administrativa total.

 

👉 Acesse a notícia completa no Portal da CNM (https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/municipios-possuem-papel-estrategico-no-cumprimento-do-plano-nacional-de-prevencao-e-erradicacao-do-trabalho-infantil)

👉 Consulte o IV Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (2026-2035) no Portal do Ministério do Trabalho (https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br)